Ela voltou. Ela voltou naquele antigo canto no qual despertava sua imaginação. Naquele canto onde ela foi princesa, astronauta, cantora, professora e tantas outras coisas que sua cabecinha pôde imaginar. Era um canto feliz, ela se lembrava bem. Nele ela não precisava se esconder do mundo, poderia imaginar à vontade, livre de preconceitos e olhos tortos. Era um mundo só dela. Era um canto mágico.
Pensava que todo mudo merecia ter um canto assim, onde pudessem se livrar de seus medos, angústias e libertar seus desejos, sonhos ou sua imaginação. O canto merecia ser conhecido e isso de repente criou um estalo em sua cabeça. Ela mudaria o mundo, mas não seria sozinha.
.... Continua ...
Ana Carolina Machado

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